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	<title>Laboratório de Raios X &#187; Notícias</title>
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	<description>Departamento de Física, UFC</description>
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		<title>Prata metálica &#8211; UFC TV</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Nov 2012 00:35:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sasaki]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Reportagem sobre recuperação de prata da indústria farmacêutica.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.youtube.com/embed/6J2IV8OCjME">Reportagem sobre recuperação de prata da indústria farmacêutica.</a></p>
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		<title>O Método de Rietveld</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Apr 2012 22:53:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sasaki]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Hugo M. Rietveld foi estudante de doutorado na University of Western Australia entre os anos de 1961 e 1964 e trabalhou com técnicas de difração de Raios-X e nêutrons em High Flux Australian Reactor (HIFAR) em Lucas Heights New South Wales (NSW) na Australia. Iniciou seus estudos em difração em monocristal porque naquele momento o&#160;<a href="http://www.raiosx.ufc.br/site/?p=797" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Hugo M. Rietveld foi estudante de doutorado na University of Western Australia entre os anos de 1961 e 1964 e trabalhou com técnicas de difração de Raios-X e nêutrons em <span style="color: #1a1a1a;"><span style="font-size: small;">High Flux Australian Reactor (</span></span>HIFAR) em Lucas Heights <span style="font-size: small;">New South Wales</span> (NSW) na Australia. Iniciou seus estudos em difração em monocristal porque naquele momento o método de pó era considerado um método inferior para refinamento de estrutura. O método foi primeiro divulgado na Seventh Congress of the IUCr em Moscow 1966 (Rietveld 1966). A resposta a esse trabalho foi fraco ou quase inexistente até que a implementação do método foi publicado em 1969 (Rietveld 1969). Antes de 1977, 172 estruturas foram refinadas com o uso de dados de difração de nêutrons com comprimento de onda fixo. Em 1969 Rietveld sugeriu que o método poderia ser aplicado em dados de raios-X mas somente em 1977 (Malmros e Thomas, 1977; Young et al. 1977; Khattak e Cox, 1977) o método foi implementado para raios-X assim como para difração de nêutrons, com comprimento de onda fixo e depois para ângulo fixo (dados com energia dispersiva). Após essas implementações houve um número crescente de citações dos dois trabalhos originais (1967 e 1969) como publicado no Science Citation Index.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rietveld, H.M. (1963), PhD Thesis, University of Western Australia</p>
<p>Rietveld, H.M. (1966), Acta Crystallogr., 21, A228</p>
<p>Rietveld, H.M. (1967), Acta Crystallogr., 22, 151-2</p>
<p>Rietveld, H.M. (1969), J. Appl. Crystallogr., 2, 65-71</p>
<p>Malmros, G. and Thomas, J.O. (1977), J. Appl. Crystallogr., 10, 7-11</p>
<p>Young, R.A. Mackie, P.E. and Von Dreele, R.B. (1977), J. Appl. Crystallogr., 10, 262-9</p>
<p>Khattak, C.P. and Cox, D.E. (1977), J. Appl. Crystallogr.,10, 405-11</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #262626;">O método de refinamento de estrutura chamado Rietveld (mais conhecido como Método Rietveld) é o método desenvolvido por Hugo Rietveld e utilizado mundialmente na caracterização de materiais cristalinos na forma de pó. Os padrões de difração de nêutrons e raios-x são constituídos por reflexões (picos de difração) que se encontram em posições angulares 2</span><span style="color: #262626;"><span style="font-family: Symbol, serif;"></span></span><span style="color: #262626;">. A altura, largura e as posições dessas reflexões podem ser usados para determinar de forma precisa a estrutura do material. O método de Rietveld faz uso do método matemático de mínimos quadrados para refinar os perfis teóricos dos picos de difração até que esses perfis apresentem muito próximos dos perfis medidos. A introdução desta técnica no meio científico foi um importante avanço na análise de padrões de difração de amostras que, ao contrário de outras técnicas naquele tempo, era capaz de lidar de forma confiável com a forte sobreposição de reflexões. O método foi relatado pela primeira vez para a difração de nêutrons (radiação monocromática) onde a posição das reflexões se encontram em termos do ângulo de Bragg 2θ. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #262626;">Os materiais são essenciais para a nossa sociedade tecnológica: os semicondutores da indústria eletrônica, zeólitos utilizados como catalisadores na indústria petroquímica, cerâmica em medicina e engenharia, e, possivelmente, no futuro, os supercondutores de alta temperatura em engenharia elétrica &#8230;</span></p>
<p><span style="color: #262626;">A fim de compreender as propriedades desses materiais e para melhorá-los, a estrutura atômica tem que ser conhecido. Uma maneira eficaz de fazer isso é por meio de técnicas de difração de nêutrons usando de reatores nucleares e aceleradores de partículas ou raios-X (de tubos de raios-X e de luz síncrotron). </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #262626;">A técnica de difração em monocristais, utilizando cristais relativamente grandes do material, apresenta um conjunto de dados de picos de difração não sobrepostos a partir do qual a estrutura pode ser obtida.</span></p>
<p><span style="color: #262626;">No entanto, a maioria dos materiais de interesse tecnológico não pode ser crescido em grandes cristais, assim é necessário recorrer à técnica de difração em amostras na forma de pó, ou seja, usando o material na forma de cristalitos muito pequenas. O inconveniente deste método do pó convencional é que os picos de difração se sobrepõem, impedindo uma adequada determinação da estrutura. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://home.wxs.nl/~rietv025/">http://home.wxs.nl/~rietv025/</a></p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rietveld_refinement">http://en.wikipedia.org/wiki/Rietveld_refinement</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O que são Raios-X?</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Mar 2012 23:18:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Sasaki]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Raios-x A radiação x surge quando a matéria é irradiada com um feixe de partícula carregada de alta energia ou fótons. Quando o elemento alvo, ânodo de cobre, é bombardeado por elétrons de alta energia o espectro chamado do contínuo é obtido como mostra a Fig. 1. A figura mostra o espectro quando o tubo&#160;<a href="http://www.raiosx.ufc.br/site/?p=758" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Raios-x</strong></p>
<p>A radiação x surge quando a matéria é irradiada com um feixe de partícula carregada de alta energia ou fótons. Quando o elemento alvo, ânodo de cobre, é bombardeado por elétrons de alta energia o espectro chamado do contínuo é obtido como mostra a Fig. 1. A figura mostra o espectro quando o tubo de raios-X é operado a 8,5, 25 e 50kV, respectivamente. A banda larga do espectro é a radiação do contínuo (chamada de bremsstrahlung ou radiação branca) produzido pela desaceleração pelos elétrons do átomo alvo, uma carga desacelerada emite energia. O menor comprimento de onda da radiação do espectro contínuo tem uma relação com o máximo de potencial de aceleração do elétron V.</p>
<p><span style="font-family: 'Cambria Math', serif;">λmin(Å)=hc/V=12,398/V</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>onde h é a constante de Planck e c é a velocidade da luz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O espectro característico</strong></p>
<p><strong></strong>Quando a voltagem de um tubo de raios-X aumenta para a um certo valor crítico, característico de um alvo metálico, pico intenso e bem estreito aparece a certos comprimentos de onda sobreposto ao espectro contínuo. Desde que esses picos sejam estreitos e desde que os comprimentos de onda são característico do metal alvo, eles são chamados de linhas ou radiação característica. A produção de radiação característica é baseada na interação entre o elétron do átomo e a partícula incidente. A partícula incidente pode ser fótons de raios-X, raios gama ou prótons. Se a energia da partícula for maior que a energia do elétron, ligado ao núcleo, este pode ser removido da sua posição original deixando o átomo no estado chamado ionizado. Esses elétrons, chamado de fóton-elétron, sairá do átomo com energia igual a E-<span style="font-family: 'Cambria Math', serif;">ϕ</span>, i.e., igual a diferença de energia E da partícula incidente e a energia de ligação <span style="font-family: 'Cambria Math', serif;">ϕ</span> do elétron. A Fig. 2 mostra o fóton-elétron ejetado saindo do átomo com uma energia igual a E-<span style="font-family: 'Cambria Math', serif;">ϕK</span>. Neste processo é criada uma vacância no nível K que pode ser preenchida por um elétron que se encontra num orbital mais externo, p.ex. do nível L. Nessa transferência de elétron de nível produzirá fóton de raios-X com energia E<sub>raios-X</sub> igual a <span style="font-family: 'Cambria Math', serif;">ϕK-ϕL</span>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Extraido dos Livros</p>
<ul>
<li>Ron Jenkins and Robert L. Snyder, Introduction Powder Diffractometry, Volume 138 in Chemical Analysis, John Wiley &amp; Sons, Inc. (1996)</li>
<li>Leonid V. Azároff, ”<em>Elements of X-ray crystallography</em>”, McGraw-Hill Book Company (1968)</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Estudo com brasileiros consegue grande avanço na física de partículas</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Mar 2012 23:16:19 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo que contou com a participação de brasileiros trouxe um avanço importante para a física, publicado nesta quarta-feira (7) pela revista científica “Nature”. A pesquisa foi conduzida por um grupo internacional do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern, na sigla em francês), do qual fazem parte Cláudio Lenz Cesar e Daniel De Miranda Silveira,&#160;<a href="http://www.raiosx.ufc.br/site/?p=756" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>
<p>Um estudo que contou com a participação de brasileiros trouxe um avanço importante para a física, publicado nesta quarta-feira (7) pela revista científica “Nature”. A pesquisa foi conduzida por um grupo internacional do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern, na sigla em francês), do qual fazem parte Cláudio Lenz Cesar e Daniel De Miranda Silveira, ambos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>
<p>Nesse trabalho, os cientistas chegaram à medição mais precisa já feita da antimatéria. Segundo a teoria mais aceita na física, antimatéria e matéria existiam na mesma quantidade nos primórdios do Universo, e a antimatéria sumiu misteriosamente no processo. Estudos como esse podem explicar, inclusive, por que a matéria existe.</p>
<p>A descoberta ainda não é suficiente para chegar a nenhuma conclusão, mas foi considerada um grande salto para os estudos na área. “Esse resultado agora é de baixíssima precisão, com microondas, mas é a prova de princípio que podemos estudar os antiátomos”, apontou Cesar.</p>
<p>“Nosso estudo tem como foco o teste de teorias básicas da física e com grandes implicações sobre a cosmologia – início do Universo –, pois até agora não sabemos como o Universo terminou só com matéria e nessa quantidade”, confirmou o físico da UFRJ.</p>
<div><strong>saiba mais</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/06/cientistas-mantem-antimateria-por-tempo-recorde-na-suica.html">Cientistas mantêm antimatéria por tempo recorde na Suíça</a></li>
<li><a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/11/antimateria-e-armazenada-em-laboratorio-pela-primeira-vez.html">Antimatéria é &#8216;armazenada&#8217; em laboratório pela primeira vez</a></li>
</ul>
</div>
<p>“Obviamente, qualquer quebra da teoria básica acaba acarretando no futuro novas tecnologias”, prosseguiu o pesquisador, que deu o laser como exemplo de fruto desses avanços da física.</p>
<p>O que o experimento mediu foi o “espectro” – níveis – de energia em átomos de anti-hidrogênio. Pela teoria, matéria e antimatéria seriam opostas e espelhadas. Portanto, o anti-hidrogênio teria que mostrar certas características que já são conhecidas no hidrogênio.</p>
<p>“As leis da física atuais preveem que os níveis de energia no antiátomo e no átomo têm que ser absolutamente iguais. Esse é o objetivo maior de nossa pesquisa: verificar se<br />
são mesmo iguais em precisões que nenhum outro experimento chegou antes”, revelou Cesar.</p>
<p>Quando se encontram, matéria e antimatéria se anulam. Por isso, os átomos de anti-hidrogênio foram submetidos a uma técnica chamada “aprisionamento magnético”, que é feito dentro de uma câmera a vácuo, que permite que a antimatéria seja armazenada por alguns minutos.</p>
<div><img title="Desenho de como é feito o aprisionamento magnético -- a antimatéria fica na parte amarela (Foto: Reprodução/Cern TV)" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/03/07/aprisionamento_magnetico.jpg" alt="Desenho de como é feito o aprisionamento magnético -- a antimatéria fica na parte amarela (Foto: Reprodução/Cern TV)" width="620" height="358" /><strong>Desenho de como é feito o aprisionamento magnético &#8212; a antimatéria fica na parte amarela (Foto: Reprodução/Cern TV)</strong></div>
</div>
</div>
<div></div>
<div id="links-patrocinados"></div>
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